TVP - NÃO DEVO FAZER TVP TERAPIA DE REGRESSÃO.
- fatimasan.leite

- 22 de jun. de 2020
- 3 min de leitura
Atualizado: 2 de out. de 2020
Esta é uma pergunta que devemos responder.
O terapeuta que visa o bem-estar do paciente, antes de outro objetivo, saberá, quando não deve trabalhar com essa terapia.
Além das indicações que se aprende nos cursos, existem outras que adquirirmos com o tempo, como por exemplo:
Pensar que o estado emocional controlado por remédios entrará em choque com uma regressão de memória.
Saber que a pessoa não terá como oportunizar o que foi revelado, mas que não sumirá de dentro de si.
Por certo não será em nada aproveitado, muito pelo contrário será totalmente prejudicial.
Por isso na entrevista, a anamnese detalhada e cuidadosa é crucial como ponto inicial de uma programação terapêutica.
Entra a responsabilidade para com a pessoa, aquelas muitas histórias que estão entesouradas no corpo emocional, primeiramente para nós mesmos.
Quando sentimos que ser terapeuta é nossa missão de vida, acontece um estremecimento em nós, o modo de olhar a vida muda, os valores literalmente se transformam.
O valor monetário que move o mundo em direção à evolução material, tomará um lugar derradeiro.
O valor da popularidade perderá importância, e se ficar popular será por uma onda inversa, que virá de fora.
A importância quanto aos horários, também podem sofrer alterações, pois aquele que sofre, sofre em qualquer hora seja dia ou noite.
A virtude que emergirá será a devoção. Teremos sentimentos que colocam a pessoa que nos procura em primeiro lugar.
Por certo tempo acontecerá um descompasso, entre quem se é; quem se deva ser, ou quem se espera que seja.
Acontecerá incompreensão, julgamentos, cobrança, de todos os lados.
Mas também haverá autoconhecimento e reconhecimento do que realmente se está disposto a fazer.
E aqueles que convivem conosco também se acomodarão diante de nossa resolução.
Um novo mundo se descortinará para aquele que decidiu por ser terapeuta.
Novas pessoas e novos conceitos.
Os estudos as pesquisas as experiências serão de tão sorte diferentes, e em pouco tempo, ninguém reconhecerá mais a pessoa.
Estará tão maravilhada com as possibilidades de minorar o sofrimento alheio que parecerá que se atrasou em procurar essa alegria que agora está dentro do seu peito.
Então alguém procura o terapeuta. Essa pessoa está inserida no hall dos que não podem passar por regressão de memórias.
O terapeuta sofre por sua vez.
Porque intimamente sabe dos benefícios que não poderão ser aproveitados, mas precisa silenciar a mente e deixar que o coração entre em ação.
Antes de tomar uma decisão apressada ele assim proceder, encontrar uma resposta.
Um meio de ajudar aquela pessoa de outro modo.
Entender que ninguém vem a nós por acaso.
Há até quem diga que os assistidos são pessoas com as quais o terapeuta fará um ajuste.
Pensando assim, deve o terapeuta de regressão, agregar ao seu currículo outras modalidades de terapias holísticas.
Para não perder a oportunidade de acerto.
Perder a mão no sentido de quebrar a linha divisória entre o assistido e a responsabilidade.
Perder a mão no sentido de deixar que suas necessidades falem mais alto, do a necessidade da
pessoa que está confiante.
E temos visto, muitos terapeutas que se deixam arrastar.
Não há julgamento de nossa parte, porque também estamos na linha de risco como todos e pode acontecer de escorregar.
Todos somos falíveis.
Mas que seja nosso mantra diário, antes de iniciar o dia, de abrir a sala, de ligar o equipamento.
-Oh! Mestre, fazei que eu procure mais, consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado.
Maria de Fátima Leite – Escritora e Terapeuta Holística
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