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TVP - ESTOU TRISTE, APÓS A SESSÃO DE TVP

Atualizado: 2 de out. de 2020

Sim isso poderá acontecer.


Não adianta dizer o contrário, porque não seria verdade.


Sem dúvidas, não será em toda sessão que a pessoa ficará triste, mas em algumas ocorrerá.


O que fazer neste caso?


Não fugir à tristeza, mas vertê-la, mantendo o terapeuta ciente do que se passa.


Nas primeiras horas, as mais difíceis, a pessoa pode se abater um pouco, ou muito, dependendo da natureza do que provocou a tristeza.


Se permitir que a tristeza tenha seu espaço e seu tempo, do mesmo jeito que se instalou, também vai partir.


Melhor ainda, não vai partir, vai se desfazer.


Quando dizemos: permitir que a tristeza tenha tempo e espaço, não significa de modo algum, alimentar a tristeza. Apenas, que deixe-a vir sem dar mais importância do que ela merece.


Aqui entra uma situação comum, mas não explicitada ou não entendida.


A maioria das pessoas têm propensão ao sofrimento, existem muitos porquês, muitos motivos, muitas teorias, etc...


Contudo, não é o nosso objetivo aqui, o de destrinchar os motivos, mas sim saber que somos passiveis.


A partir do momento que recebemos esta informação, interessa saber o que fazer para sair do ciclo.


E novamente a palavra-chave é nutrição.


Tudo precisa ser nutrido para se manter, inclusive o sofrimento, a tristeza, a raiva, o amor, o corpo físico e muito mais.


Outra informação que nos surpreende muito é que as vezes temos prazer em ficar triste.


Não tão claro assim como escrevi. Nem tão assumidamente por querer. Mas entre as camuflagens de nossa personalidade.


Quem não conhece alguém que está sempre triste e mesmo que tente se animar, não consegue?


Vale verificarmos nosso comportamento com relação a tristeza, se damos munição para este estado de ânimo.


Algumas dicas para desnutrir a tristeza:


A primeira delas é saber que como ser vivente tem o direito de “não ser triste”.


Ficar triste, mas não deixar que a tristeza assuma o controle da vida.


Começar a trocar os pensamentos, de tristes, para pensamentos altivos.


Sabemos que as palavras são dotadas de vibração.


Existem pesquisas que comprovam que uma planta reage às palavras de tristeza ou de raiva, e a repetição leva a planta a murchar e começar a morrer.


Falamos sobre a fome, também mencionamos que reconhecer os alimentos e suas propriedades ajuda muito.


Caminhar, praticar exercícios, conversar, meditar.


Sair do ambiente em que se encontra, indo para outro diferente, já promove alteração na emoção sentida.


Desenvolver uma atividade artística.


Desenvolver uma atividade útil para outras pessoas.


Todos estas atividades e outros agregados, formam o caminho inverso da tristeza.


Porque que estamos sempre dando mais atenção para o que nos desanima?


Porque que estamos sempre deixando que as emoções ou sentimentos de energia negativa nos envolver?


Porque que não somos em nosso favor?


Talvez como alguns defendem, seja por conta da educação da sociedade em que vivemos.


Durante séculos fomos orientados pelo veio religioso, e colocados como pecadores.


Agora estamos com dificuldade em sentir-se seguros.


Mas agora que sabemos disto, façamos o caminho da alegria.


A alegria é uma escolha, difícil sim, mas pode ser escolhida, incentivada, nutrida.



Maria de Fátima Leite – Escritora e Terapeuta Holística



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